sábado, 26 de maio de 2012

Outdoor assinado por Satanás pede para que fiéis não compareçam ao culto


A ideia era chamar a atenção da juventude mostrando que o diabo não deseja que eles estejam na igreja

Para tentar atrair os jovens para o culto de domingo, a igreja Redemption World Outreach Center resolveu criar um outdoor diferente, um recado assinado por Satanás pedindo para que ninguém fosse para a igreja.
“Por favor, não vá para a Redemption World Outreach Center neste domingo… Satanás”, diz o texto da campanha publicitária que recebeu muitas críticas de quem passou por esse outdoor.
O diretor de comunicação da Hampton Park Batist, Josh McCarnan, disse ao The Chistian Post que não conseguiu entender o significado da campanha. “Não entendi que tipo de motivos há por detrás dele, mas do ponto de vista gráfico, isso realmente não significa muita coisa para a igreja”, disse ele.
Mas o pastor da RWOC, Ron Carpenter, explicou que o motivo era chamar a atenção da juventude. “Quero voltar e alcançar as gerações de jovens e adultos que foram rotuladas como muito radicais, então eu pensei, preciso enviar uma mensagem radical para tentar recuperar a curiosidade de uma geração jovem”, disse o líder religioso.
O pastor também se justifica dizendo que com certeza o diabo não quer que as pessoas estejam na igreja. “Talvez gostem de falar sobre bem e o mal, mas evitam pronunciar o nome de demônios e de Satanás, porém, acreditamos que ele existe e que este é o lugar que ele realmente não quer que você esteja”.
Mas para o diretor de comunicação não faz sentido algum colocar um anúncio assinado pelo diabo como convite para atrair as pessoas para um culto de domingo. “Os Jovens não são bobos” diz McCarnan. “Não quero dizer que isso não vai funcionar, mas… em termos de marketing para igreja, isso não é uma das melhores estratégias que já vi”.
Com informações Christian Post

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Bob Marley aceitou Jesus e foi batizado sete meses antes de morrer

Funeral do cantor foi precedido por um culto com louvores a Deus

Robert Nesta Marley, ou simplesmente Bob Marley, morreu em 21 de maio de 1981. Seu pesado caixão de bronze foi levado para o topo da colina mais alta da vila Nine Mile, onde, 36 anos antes, ele havia nascido.
Juntamente com o corpo embalsamado de Marley, estavam no caixão a sua guitarra vermelha Gibson Les Paul e uma Bíblia aberta no Salmo 23. No final da cerimônia, sua viúva, Rita, jogou um pé de maconha.
O funeral foi precedido de um culto de uma hora de duração para a família e amigos íntimos na Igreja Ortodoxa Etíope da Santíssima Trindade, celebrado por Abuna Yesehaq, arcebispo da Igreja no hemisfério ocidental. Ele contou que havia batizado Marley em Nova York, em novembro do ano anterior, logo após seus últimos shows no Madison Square Garden. Seguindo a tradição etíope, Bob recebeu um novo nome durante o batismo: Berhane Selassie, ou “Luz da Trindade”.
Logo após as 11 da manhã, o culto começou com um hino anglicano, “Ó Deus, nossa ajuda em épocas passadas”, acompanhado pelos percussionistas da United Africa Band. Como a melodia do antigo hino, o arcebispo, leu passagens do Livro de João, em Ge’ez, uma antiga língua da Etiópia.
O governador-geral da Jamaica leu um trecho de 1 Coríntios: “O último inimigo a ser destruído é a morte” A congregação cantou outro hino conhecido, “Quão Grande És Tu”. Logo depois, foi lido parte de 1 Tessalonicenses 3: “Por esta razão, irmãos, ficamos consolados acerca de vós, em toda a nossa aflição e necessidade, pela vossa fé, Porque agora vivemos, se estais firmes no Senhor”.
O ritual fúnebre tipicamente cristão parece estranho para alguém que ficou mundialmente conhecido por ser seguidor do rastafarismo, seita tipicamente jamaicana que proclama Hailê Selassiê I, imperador da Etiópia, como a representação terrena de Jah (Deus). O termo rastafári tem sua origem em Ras (“príncipe” ou “cabeça”) Tafari (“da paz”) Makonnen, o nome de Selassiê antes de sua coroação.
O motivo disso é que a família de Bob Marley sabia, embora não aceitasse que o cantor recebera Jesus como seu Senhor e renegara o rastafarismo.
A jornalista Christine Thomasos do site Christian Today Austrália, cita uma entrevista de 1984 que o arcebispo Yesehaq deu ao jornal Jamaica Gleaner.
“Bob era realmente um bom irmão, um filho de Deus, independentemente de como as pessoas olhavam para ele. Ele tinha o desejo de ser batizado há muito tempo, mas havia pessoas próximas a ele que tentavam controla-lo e que estavam ligadas a um ramo diferente do Rastafari. Mas ele vinha à igreja regularmente”.
De acordo com Thomasos, Yesehaq explicou que o câncer terminal de Marley foi a motivação por trás de sua conversão: “Quando ele visitou Los Angeles, Nova York e a Inglaterra, ele compartilhou sua fé ortodoxa, e muitas pessoas dessas cidades vieram à igreja por causa do Bob.
Muitas pessoas pensam que ele foi batizado porque sabia que estava morrendo, mas não foi assim. Ele fez isso quando já não havia qualquer pressão sobre ele. Quando ele foi batizado, abraçou sua família e chorou, todos choraram juntos por cerca de meia hora”.
Andre Huie, do site GospelCity, escreve sobre o testemunho de Tommy Cowan, amigo íntimo de Bob Marley e esposo da cantora gospel jamaicana Carlene Davis. Cowan diz: “o que pode ser uma agradável descoberta para alguns é que Marley, pouco antes de morrer, confessou Jesus Cristo como Senhor. Em outras palavras, ele negou que Haile Selassie era Deus (como Rastas acreditam) e confessou a Jesus como o único Deus vivo e verdadeiro”.
Falando sobre o batismo de Bob Marley, Tommy disse ter ouvido o bispo descrever assim o batismo: “Em um momento ele (Bob) chorou por 45 minutos sem parar, suas lágrimas molharam o chão. O Espírito Santo desceu sobre seu corpo e ele gritou três vezes: “Jesus Cristo, Jesus, meu Salvador, Jesus Cristo”.
Traduzido e adaptado de Guardian, Christian Today e Beliefnet

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Judeus estão cada vez mais próximos de Jesus, afirma evangelista


O colunista do site da rede CNN relatou que um número crescente de judeus estão reivindicando Jesus como um personagem importante da história de seu país.
O jornalista Richard Allen Greene escreveu em seu blog na CNN.com : “No ano passado, uma série de autores judeus, incluindo populares, acadêmico e rabínicos, enfatizaram que os judeus deveriam pensar mais sobre em Jesus. Surpreendentemente, apresentaram opiniões positivas, incentivando seus compatriotas judeus a aprenderem sobre Jesus, entendê-lo e proclamá-lo como um igual”.
O evangelista Sid Roth, que apresenta o programa de TV com visão messiânica “É Sobrenatural!”, é um judeu messiânico. Ou seja, que acredita em Jesus como o Messias. Ele diz que o diálogo com os demais judeus sobre o assunto já mudou muito e estão longe os dias em que a comunidade não queria nem falar sobre Jesus.
A conclusão é que “eles o veem, na melhor das hipóteses, como um grande profeta ou um grande rabino”, diz Roth. “Eles negam sua divindade. Negam que ele é o Messias. Negam que ele morreu e ressuscitou dos mortos. Eles ainda não entendem as coisas direito. Entretanto, com certeza está muito melhor do que costumava ser”.
O evangelista afirma que, ao longo da história, “os judeus que não aceitaram Jesus como Messias encontraram-se na posição desconfortável e muitas vezes perigosa, de serem responsabilizados por sua morte. Em parte, a culpa é da teologia cristã padrão, a qual defende que o judaísmo foi substituído pelo cristianismo e, por isso, a aliança judaica com o divino não é mais válida desde a encarnação de Deus como Jesus e seu posterior sacrifício na cruz. Os judeus, por sua vez, sempre tentaram ignorar Jesus. Mas isso está mudando agora”.
Em seu livro “They Thought For Themselves” [Eles pensaram por si mesmos], Roth diz que Jesus é o Messias judeu e a única maneira como um judeu pode estar correto diante de Deus. Ele também recorda aos cristãos que existe um mandato para que todos compartilhem essa mensagem.
Ele lamenta “o cristão que abraça um amigo judeu, porque eles têm um laço comum de amor à nação de Israel, mas não ama esse pessoa o suficiente para arriscar falar-lhe sobre Jesus e possibilite que esse judeu possa ir para o mesmo céu que o cristão está indo”.
“Quando o templo judeu foi destruído, no ano 70, nós, os judeus, só tínhamos duas possibilidades para sermos justos diante de Deus: Ou acreditamos que Jesus é o nosso Messias, ou inventamos uma nova religião”, conclui Roth.
Roth iniciou seu programa de televisão em 1996, mostrando pessoas que experimentaram curas e milagres extraordinários, e tiveram um encontro pessoal com Deus. No final de cada programa, ele diz aos telespectadores como podem ter de fato um relacionamento íntimo com o Deus vivo, pela fé em Jesus.
Traduzido e adaptado de One New Snow

quarta-feira, 23 de maio de 2012

40 mil judeus ultra-ortodoxos reúnem-se para debater os riscos da Internet


Estádio de beisebol ficou lotado em reunião religiosa
por Jarbas Aragão


 
 40 mil judeus ultra-ortodoxos reúnem-se para debater os riscos da Internet
Milhares de judeus ultra-ortodoxos estiveram reunidos no estádio Citi Field, casa do New York Mets, para debater os perigos da Internet. As mulheres assistiram o evento em telões colocados no vizinho Arthur Ashe Stadium, que tem 20.000 lugares.
A visão era curiosa: aproximadamente quarenta mil homens vestidos com ternos pretos, camisas brancas e os característicos chapéus pretos ou kipás dentro de um estádio de beisebol onde não havia jogo algum. Os principais temas debatidos são as denuncias de abuso infantil em sua comunidade e os perigos da Internet, principalmente para os jovens.
Alguns manifestantes empunhavam cartazes com frase de apoio às crianças ultra ortodoxas que foram molestadas na comunidade. Para os participantes, muitos dos quais vieram para ouvir as instruções de seus rabinos, era a chance de ouvir sobre um assunto considerado muito importante. Trata-se dos problemas potenciais que podem resultar do livre acesso à pornografia e conteúdos explícitos na web.
No centro do estádio, uma espécie de palco foi montado, onde os rabinos conduziram as orações e fizeram discursos inflamados, pedindo que se evitasse toda a “sujeira” que pode ser encontrada na Internet. Muitos sermões foram feitos em hebraico e as traduções em inglês apareciam nos telões do estádio onde as imagens eram projetas.
Mesmo assim, muitos participantes são forçados a admitir que a Internet hoje tem um papel muito importante em suas vidas. Shlomo Cohen, 24, de Toronto, Canadá, diz que usa a Internet para negócios, compras e para manter contato com os amigos. “Todo mundo precisa de e-mail”, resume ele. Cohen disse que veio para o Citi Field, porque o encontro era uma boa maneira de fortalecer a sua comunidade e controlar a tentação. “Os estímulos e desejos estão aí o tempo todo”, disse Cohen, acrescentando que os homens são mais suscetíveis. “Temos que aprender a nos controlar”, finaliza.
Rafael Hess, 29 anos, de Nova Jersey, apontou para o seu telefone de última geração e disse que encontra a paz simplesmente desligando sua conexão com a Internet. “A vida é mais agradável, sem ela muitas vezes” afirmou, dando de ombros.
A imagem curiosa de ultra ortodoxos empunhando smartphones de ultima geração e tirando fotos ou mandando e-mails dava o tom do contraste gritante entre a complexa convivência entre a tradição milenar e a vida contemporânea.
Vários manifestantes estavam do lado de fora do estádio e mesmo dizendo que compartilhavam das crenças religiosas dos participantes, queriam mostrar apoio às vítimas do abuso sexual infantil denunciados. O problema, segundo eles, é que membros das comunidades ultra-ortodoxas foram desencorajados por seus familiares a chamar a polícia e denunciar o ocorrido.
Outro fato curioso é que um dos grandes patrocinadores do evento foi o grupo rabínico Ichud Hakehillos Letohar Hamachane, que é ligado a uma empresa de software que vende aplicativos para celular e software para computadores dedicados à “filtrar a Internet” para os judeus. Além de proibir a exibição de algumas imagens e de textos contendo uma lista de palavras proibidas, também ajuda os usuários a localizar sinagogas e restaurantes kosher (aprovados pelos rabinos).
Eytan Kobre, um porta-voz do evento, fez um discurso curioso aos repórteres que cobriam o evento. “O canto da sereia da Internet seduz a todos nós! Ela traz à tona o pior de nós!”, mas ele confirmou que o evento estava sendo transmitido ao vivo pela Internet, para que mais judeus pudessem acompanhar de casa.
Traduzido e adaptado de New York Times
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