quarta-feira, 30 de maio de 2012

Outdoor que anunciava “Jesus cura o câncer” é proibido por governo

Autoridades consideram a frase como “propaganda enganosa”


O outdoor da igreja anunciando que “Jesus cura o câncer” violou as normas de publicidade, sugerindo que uma igreja poderia oferecer algo que as outras não podem. Essa foi a decisão da Advertising Standards Authority, órgão governamental regulador da Nova Zelândia.
Uma igreja evangélica da cidade de Napier resolveu inovar e colocou anúncios com a frase “Jesus cura o câncer – conheça uma igreja diferente”.
A mãe de um menino que luta contra o câncer denunciou o outdoor como propaganda enganosa para as autoridades do país. “Sendo mãe de um menino de três anos que passou os últimos 18 meses lutando contra a leucemia, achei o cartaz ofensivo e perturbador. Ele não demonstra nenhuma compaixão e compreensão aos que enfrentam um câncer ou perderam entes queridos para essa doença”.
Em sua petição inicial, a senhora Condin alega que o outdoor fez seu sangue ferver por que “traz de volta memórias tristes daquelas pessoas em minha vida que perdi para o câncer. É uma propaganda enganosa.” Afirmou ainda que o cartaz era perigoso e enganador, pois poderia oferecer falsas esperanças e atrair pessoas vulneráveis por causa da doença e da tristeza que causa.
“Eu ficaria mais feliz se o outdoor dissesse ‘Jesus cura’, algo que poderia ser interpretado como cura espiritual ou emocional, o que eu acredito estar mais de acordo com o que a igreja pode oferecer”.
Os líderes da igreja explicam que nunca tiveram a intenção de ofender ou criar um problema para a comunidade.
Eles retiraram o outdoor, mas logo em seguida o substituíram por um novo, que dizia “Jesus cura todas as enfermidades e doenças – Mateus 4:23″.
A igreja se defende, dizendo que a Bíblia é sua fonte autorizada e confiável de informação e traz diversos relatos de Jesus curando os doentes.
“Nossa crença é justificada pelo fato de seis pessoas de nossa congregação testemunharam que Jesus as curou do câncer”, afirma um representante da igreja. A igreja disse ainda que publicidade religiosa e liberdade de expressão são componentes essenciais de uma sociedade livre e democrática. Na sua análise, a Advertising Standards Authority, disse que a propaganda violou o código de ética da publicidade, pois aquela era uma declaração contundente de algo que é apenas a crença daquela igreja.
Disse ainda que reconhece a vulnerabilidade e as sensibilidades de uma parcela do público exposto à propaganda, mas admitia ser improvável que as pessoas abrissem mão do tratamento médico convencional por causa da frase “Jesus Cura do Câncer”.
Mesmo assim, o outdoor poderia causar confusão para algumas pessoas que poderiam interpretar que aquela igreja estava oferecendo algo que não podia garantir.
Embora afirme entender que a igreja queria apenas oferecer “uma mensagem de esperança”, entende que era uma ofensa às pessoas que estavam lidando com o câncer e possuem outro tipo de fé ou nenhuma fé.
Traduzido e adaptado de TV NZ
Fonte

terça-feira, 29 de maio de 2012

Google, Facebook e Apple estão censurando material cristão

“Discurso do ódio” tem sido a justificativa mais comum para retirar do ar material religioso
por Jarbas Aragão


 
Google, Facebook e Apple estão censurando material cristão
Um estudo apresentado pela associação de comunicadores cristãos, National Religious Broadcasters (NRB), sediada nos Estados Unidos, aponta que existe uma tendência crescente a censurar questões religiosas na internet, especialmente  em relação ao cristianismo.
O informe tem um nome complicado: “True Liberty in a New Media Age: An Examination of the Threat of Anti-Christian Censorship and Other Viewpoint Discrimination on New Media Platforms” [Liberdade Verdadeira numa Nova Era Midiática: Análise da Ameaça da Censura Anticristã e da Discriminação de outras opiniões nas Novas Plataformas]. Mas a conclusão é que há fortes indícios disso, principalmente nas empresas Google, Apple, Facebook e Twitter.
A parte final mostra preocupação com os grandes grupos que hoje dominam a internet: “Nossa conclusão é de que as ideias e outros conteúdos religiosos cristãos enfrentam um perigo claro de censura nas plataformas de comunicação baseadas na rede”. Afinal, algumas empresas já proibiram abertamente conteúdo cristão, enquanto outras estabeleceram diretrizes que podem levar à censura. Veja os destaques:
A Apple já bloqueou vários aplicativos de conteúdo cristão na loja iTunes.  A primeira vez foi em março de 2011, quando censurou o material da Exodus International, ministério que se dedica a ajudar homossexuais a mudar seu estilo de vida. A empresa de Steve Jobs considerou o material ofensivo e disse que “violava suas diretrizes”.
Em julho de 2011, a Apple retirou da loja iTunes o material da Christian Values Network, portal que financia organizações de caridade. O motivo seria as reclamações recebidas de que algumas organizações assistenciais tinham posturas fundamentalistas e se posicionavam contra os direitos dos homossexuais.
O estudo conclui que a chamada “política de conduta da Apple” não usa os mesmos critérios quando se trata de humor ou comentários políticos, que desfrutam de privilégios mesmo que possam ofender determinados grupos.  Existem mais de 420 mil aplicativos e apenas os cristãos foram censurados.
Segundo o relatório, o site de buscas do Google se negou a veicular um do Christian Institute, justificando que tem “a política de não permitir publicidade relacionando a aborto e religião”.
O Christian Institute processou a empresa, porém, o Google ainda bloqueia qualquer anúncio que contenha frases como “o aborto é assassinato” ou similares.
Existem produtos e promoções que não são oferecidos a igrejas, grupos religiosos ou organizações que levem em consideração a religião ou orientação sexual ao contratar seus empregados. Além disso, a NRB afirma que quando operou na China com uma versão local, o Google mostrou concordância em cooperar com o governo para bloquear listas de palavras relacionadas com grupos religiosos.
O informe da NRB cita ainda o que disse Scott Cleland, ex-subsecretário adjunto norte-americano para Políticas de Informação e Comunicação. Segundo ele, “o Google rejeita os valores tradicionais judaico-cristãos”. Recentemente, dois ministérios evangélicos alegaram terem seus vídeos retirados do Youtube (que pertence ao Google) por exibirem “mensagem de ódio”. Na verdade, eram vídeos falando contra o aborto e o casamento gay.
“Na semana passada, o YouTube proibiu uma mensagem do rabino ortodoxo Yehuda Levin porque ele criticou o movimento pelos direitos dos gays”, disse Craig Parshall, vice-presidente da NRB. Novamente, a justificativa foi “discurso do ódio”.
Ainda segundo o informe, o Facebook proíbe “conteúdo religioso incitante e agendas político-religiosas” e também aplica censura, apagando comentários anti-homossexuais e mantem parcerias com organizações que promovem o estilo de vida LGBT.
O Twitter é quem possui o controle menos rígido, mas possui a  definições muito confusas do que consideram “discurso do ódio”, usando um filtro para que certos termos não entrem nos Trending Topics, assuntos mais comentados do momento.
Por fim, os provedores de serviços de internet Comcast, AT&T e Verizon também violam a liberdade de expressão e suas normas permitiriam censurar qualquer conteúdo cristão, afirma o estudo.
Traduzido e adaptado de CBN e Charisma News

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Evangélicos distribuem abraços em ruas de cidade paranaense

Iniciativa chamou atenção dos moradores de Cascavel (PR)
por Jarbas Aragão


 
Evangélicos distribuem abraços em ruas de cidade paranaense
Quem passou neste sábado (26) pelo Calçadão da Avenida Brasil, no centro de Cascavel, cidade do Oeste paranaense, recebeu uma oferta inesperada.
A iniciativa do grupo de jovens da Comunidade Evangélica Vida Feliz era simplesmente distribuir abraços. Este é o segundo ano que o grupo realiza a ação, que é inspirada no “Dia do Abraço”, comemorado na última terça-feira (22).
Embora a distribuição de “abraços grátis” tenha causado certa estranheza em quem passava pelo local, dezenas de pessoas receberam a oferta. Alguns desconfiavam e não retribuíam, mas muitos se rendiam e atendiam ao pedido.
O jornalista Adair Dalastra diz que gostou “Eu disse a ela que numa época de tantas pancadas, receber um abraço mesmo que onerado teríamos prazer, imagine de graça, de pessoas simpáticas, bonitas e que nos transmitem mensagens gostosas”, diz.
A professora Juliana Andreia Borba ficou satisfeita de começar seu dia assim. “Hoje a gente precisa mais disso, um carinho, um abraço, com tanta coisa que vem acontecendo”, comemora.
O pastor Patrício Fernandes, que liderava o grupo, explicou o que os motivou: “É uma forma inusitada, diferente, que atrai a atenção das pessoas para levar um pouco do amor de Jesus, da palavra. É uma maneira de transmitir o Evangelho de uma forma diferente. As pessoas precisam de um abraço e estamos oferecendo de graça”. E já avisou que ano que vem farão novamente.
Com informações CGN UOL

Aluno é suspenso de escola por usar camiseta com dizer evangélico


Pastor e família afirmam que isso é uma violação da liberdade de expressão


Um adolescente canadense foi suspenso da escola por usar uma camiseta com os dizeres “A vida sem Jesus é um desperdício. Filipenses 3:8″. William Swinimer, 19 anos, de Chester Basin, Canadá, está no último ano da escola de ensino médio Forest Heights Community School. Ele alega que vem sofrendo perseguição religiosa.
Por causa dos dizeres de sua camiseta, ele já recebeu várias suspensões e atualmente enfrenta uma punição de cinco dias. Mesmo assim, alega que não irá parar de usar a camiseta.
Faye Sonier, assessores jurídicos, para o Centro de Fé e Vida Pública, ligado à Associação Evangélica do Canadá, disse que as medidas disciplinares da escola foram “inapropriadas”.
“Era inadequado a escola a suspender o aluno. O estudante simplesmente exerceu seu direito à liberdade de expressão e de religião”, disse Sonier. “As escolas e conselhos escolares parecem pensar que as escolas públicas devem ser uma zona livre de religião, mas isso não é certo. Na verdade, a Suprema Corte do Canadá deixou claro que as escolas devem ser um espaço inclusivo e acolhedor para todos”.
Em uma entrevista a uma publicação canadense, a Superintendente Educacional da Província, Nancy Pynch-Worthylake, explicou que Swinimer teve problemas por que alguns colegas reclamaram sobre a camisa.
“Eu sei que estão dizendo por ai que, de alguma forma, nós não permitimos crenças religiosas na escola, algo que é totalmente falso”, disse Pynch-Worthylake ao jornal National Post. “A questão é que outros alunos estão dizendo ter sentido que tratava-se de uma crítica a suas crenças. Foi só isso o que aconteceu nesta situação”.
Sonier explica que a mensagem da camisa não poderia ser visto como um conteúdo ofensivo e que os alunos e professores da escola deveriam “superar isso”. “Nós, canadenses, ofendemos uns aos outros todos os dias, intencionalmente ou não. Isso faz parte da vida em uma sociedade tão vibrante. E, na maioria das vezes, lidamos com isso muito bem… Mas não é algo que incita ódio. O Código Penal estabelece um padrão claro do que pode ser considerado propaganda de ódio. Eu não sei como alguém em sã consciência pode dizer que isso [o nome de Jesus] chega perto desse padrão”.
Recentemente, na América do Norte outro caso similar chamou atenção da mídia pela luta de outro aluno que foi proibido de usar uma camiseta na escola com os dizeres “Jesus não é homofóbico”.
O Centro de Fé e Vida Pública enviou uma carta aberta à Superintendência Educacional da Província, denunciando o tratamento de Swinimer e oferecendo argumentos jurídicos em favor do aluno. “A menos que uma pessoa possa agir de forma não-prejudicial no diálogo público, inspirado por suas crenças religiosas, então não há liberdade religiosa”, diz um trecho da carta.
Varrick Day, pastor da Igreja Jesus the Good Shepherd, onde a família de Swinimer cultua semanalmente, disse que incentivou o estudante tímido a falar. “Não se trata de uma camiseta… mas é preciso defender que os nossos filhos e netos tenham o direito à liberdade de expressão e de religião.. Isso é algo que está sendo tirado em nossas escolas”, disse o pastor.
Enquanto o Centro aguarda uma resposta do Conselho Escolar, Swinimer pretende continuar a vestir a camisa, como ele explicou a imprensa local. “Eu acredito que vale a pena me posicionar e defender não só os meus direitos religiosos, mas também meus direitos como cidadão”, disse o aluno.
Traduzido e adaptado de National Post

Fonte