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terça-feira, 12 de junho de 2012
O pedreio-ilustração
Antônio era um funcionário dedicado, que estava prestes a se
aposentar. Ele foi um dos primeiros a trabalhar na maior construtora
da região. O dono dessa construtora muito famosa, era justo e
bondoso, e quis fazer uma surpresa a seu funcionário.
Ele chamou Antônio em sua sala e lhe disse: "Antônio, eu tenho
uma missão muito especial para você. Eu quero que seja construída
uma casa com muito capricho, usando o melhor material. Não se
preocupe com o custo. Que nada falte a esta casa, pois é um presente
especial que quero dar a uma pessoa muito querida... Ah, e faço
questão de lhe pagar à parte por esta construção".
Antônio ficou aborrecido, e disse consigo mesmo: "Justo agora
que ia me aposentar, serei obrigado a construir esta casa. E logo
uma casa tão especial, que o próprio dono pediu para ser a melhor
que eu já fiz".
Muito irritado, começou a construir a casa, mas sem cuidado
nenhum, usando até material de segunda. A raiva que ele estava do
patrão era tão grande, que em pouco tempo, terminou a pior casa
que já havia feito em sua vida.
Antônio foi falar com o dono da construtora, para receber o seu
dinheiro e ficou surpreso, quando foi convidado para, na semana
seguinte, entregar a chave ao novo proprietário.
Era um domingo, vários funcionários lá estavam quando Antônio chegou. Havia um palanque montado e uma multidão o aguardava.
Convidado a subir no palanque ao lado do dono da construtora, Antônio ouviu as primeiras palavras que ele disse: "Esta casa foi construída pelo meu melhor funcionário
e com o melhor material já utilizado. Apesar de ter se aposentado na semana passada, mesmo assim, ele a construiu
com amor como sempre o fez". Quando Antônio olhou
para trás, viu que lá estavam sua esposa, filhos e netos. O dono da construtora prosseguiu dizendo: "Como presente de aposentadoria eu quero lhe
dar a melhor casa já construída por você". Antônio recebeu a chave e começou a chorar!
Reflita nessa estória!
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Deixe a raiva secar-Ilustração
Provérbios 10:12
Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
"Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
"Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar. Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro.. Depois fica bem mais fácil resolver tudo."
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha..
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
"Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi Correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa."
"Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou."
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
Nunca tome qualquer atitude com raiva.
A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta.
Diante de uma situação difícil. Lembre-se sempre: Deixe a raiva secar.
sábado, 31 de março de 2012
O Homem e o Carro-uma linda ilustração
Certo homem, muito tempo atrás, possuía um automóvel modelo Ford, com o qual passeava pelas ruas de sua cidade. Contentíssimo, o proprietário admirava-se sempre dos muitos recursos, da velocidade e maciez que seu novo veículo proporcionava.
Ia assim um dia, nosso amigo, quando, subitamente, o carro parou. Em plena avenida, morreu o motor e nada o fazia pegar. De tudo tentou o proprietário: deu partida várias vezes, empurrou, abriu o capo, fechou, tornou a abrir, pediu ajuda, mas nada … nem sinal de querer funcionar. Como podia! Um carro tão bom, parar desse jeito!
O homem já ia perder a paciência quando um desconhecido solicitou licença para ajudar. Desconsolado, o proprietário consentiu, sem confiar que qualquer coisa pudesse ser feita àquela altura. O estranho, porém, abriu o capo, conectou um fiozinho a uma pequena peça do motor e, com um delicado toque, completou o reparo. Suas mãos nem receberam mancha de graxa, e, dada a partida, estava perfeito o automóvel. Parece ironia …
O mecânico desconhecido aproximou-se do proprietário e mostrando-lhe sua carteira de identidade, diante dos olhos curiosos de uma pequena multidão, disse:
“Meu nome é Henry Ford. Eu é que fiz estes veículos e compreendo muito bem como funcionam!”
Ninguém conhece melhor uma obra do que seu fabricante. Melhor do que ninguém, Deus sabe tudo o que há no homem. Ele sabe como cada parte funciona em nós. Por que não irmos, então, em busca da sua orientação, para receber o toque que este “veículo” necessita? Por séculos, os filósofos e sábios tem tentado melhorar o homem, sem resultados, enquanto a Palavra de Deus diz que o Criador, com um único toque, regenera o coração humano e, de uma vez por todas, “faz andar o engenho”.
Confiemos nEle, portanto, de todo nosso coração!
“Ponha sua vida nas mãos do Deus Eterno, confie nEle, e Ele o ajudará”
domingo, 25 de março de 2012
A coruja e a águia-Ilustração
Conta-se que a Dona Coruja encontrou a Dona Águia, e disse-lhe:
- Olá, Dona Águia, se vires uns passarinhos muito lindos em um ninho, com uns biquinhos muito bem feitos, olha lá não os coma, que são os meus filhos!
A águia prometeu-lhe que não os comeria e saiu voando; logo encontrou numa árvore um ninho, e comeu todos filhotes.
- Olá, Dona Águia, se vires uns passarinhos muito lindos em um ninho, com uns biquinhos muito bem feitos, olha lá não os coma, que são os meus filhos!
A águia prometeu-lhe que não os comeria e saiu voando; logo encontrou numa árvore um ninho, e comeu todos filhotes.
Quando a coruja chegou e viu que lhe tinham comido os filhos, foi ter com a águia, muito aflita:
- Ô, Dona Águia, tu foste-me falsa, porque prometeste que não me comias meus filhinhos, e mataste-os todos!
Ao que respondeu-lhe a águia:
- Eu encontrei uns pássaros pequenos num ninho, todos feios, depenados, sem bico, e com os olhos tapados, e comi-os; e como tu me disseste que os teus filhos eram muito lindos e tinham os biquinhos bem feitos, entendi que os teus não eram esses.
- Pois eram esses mesmos, lamentou-se a coruja.
- Pois, então, queixa-te de ti mesma, que é que me enganaste com a tua cegueira.
- Ô, Dona Águia, tu foste-me falsa, porque prometeste que não me comias meus filhinhos, e mataste-os todos!
Ao que respondeu-lhe a águia:
- Eu encontrei uns pássaros pequenos num ninho, todos feios, depenados, sem bico, e com os olhos tapados, e comi-os; e como tu me disseste que os teus filhos eram muito lindos e tinham os biquinhos bem feitos, entendi que os teus não eram esses.
- Pois eram esses mesmos, lamentou-se a coruja.
- Pois, então, queixa-te de ti mesma, que é que me enganaste com a tua cegueira.
"O Senhor abre os olhos aos cegos".
Salmo 148.8
quinta-feira, 22 de março de 2012
Reflexão Cristã: Passando pelas 3 Peneiras
Um rapaz procurou Sócrates e disse-lhe que precisava contar-lhe algo sobre alguém.
Sócrates ergueu os olhos do livro que estava lendo e perguntou:
- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras? – indagou o rapaz.
- Sim ! A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer me contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer aqui mesmo. Suponhamos que seja verdade. Deve, então, passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é uma coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo? Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?
Arremata Sócrates:
- Se passou pelas três peneiras, conte !!! Tanto eu, como você e seu irmão iremos nos beneficiar.
Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
Pense Nisso !!!
fonte
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Exort-ação
No seu livro Segredos da Montanha, Pat Williams fala de uma experiência com um grupo de estudantes.
Foi-lhes dito que os cientistas tinham provado que as crianças com olhos castanhos eram mais espertas do que aquelas com olhos azuis.
Imediatamente os estudantes com olhos castanhos começaram a trabalhar bem na escola.
Contudo, uns dias mais tarde foi-lhes dito que tinham sido enganados, e que eram os jovens com olhos azuis que eram de fato os mais espertos.
Rapidamente as notas das crianças com olhos azuis subiram acima das dos seus colegas de olhos castanhos.
Este estudo demonstra que as palavras têm o poder de influenciar o comportamento.
Foi-lhes dito que os cientistas tinham provado que as crianças com olhos castanhos eram mais espertas do que aquelas com olhos azuis.
Imediatamente os estudantes com olhos castanhos começaram a trabalhar bem na escola.
Contudo, uns dias mais tarde foi-lhes dito que tinham sido enganados, e que eram os jovens com olhos azuis que eram de fato os mais espertos.
Rapidamente as notas das crianças com olhos azuis subiram acima das dos seus colegas de olhos castanhos.
Este estudo demonstra que as palavras têm o poder de influenciar o comportamento.
Exortai-vos uns aos outros,
e edificai-vos uns aos outros.
I Tessalonicenses 5.11
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Cenoura, ovo ou café? – Ilustração
Cenoura, ovo ou café? – Ilustração
Cenoura, ovo ou café? – Ilustração
Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela. Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir de tudo. Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.Seu pai levou-a até a cozinha, encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.
Em uma, ele colocou cenouras, em outra, colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás.
“Pescou” as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e os colocou em uma tigela. Então, pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela.
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.
- Estão gostosas – disse ela.
- Estão duras ou estão macias? Perguntou-lhe o pai.
- Macias!
Pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse:
- Está gostoso… e firme – complementou a moça.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole de café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
- Está muito gostoso, pai… mas, porque tudo isso?
E o pai explicou o que estava tentando lhe dizer:
- Cada um deles, a cenoura, o ovo e o café, enfrentaram a mesma adversidade, água fervendo, pelo mesmo tempo, cerca de 20 minutos, mas que cada um deles reagiu de maneira diferente.
- A cenoura era forte, firme e inflexível, mas, depois da água quente, amoleceu. Os ovos eram frágeis, mas, se tornaram firmes, rijos. O pó de café mudou a cor e o sabor da água.
Então lhe perguntou:
- Qual deles melhor representa você, minha querida? Quando a adversidade bate à sua porta, como você tem respondido? Sei que a vida não está sendo fácil pra você, mas tente fazer o seu melhor. Todos temos problemas, dificuldades, responsabilidades… mas temos que saber enfrentar as adversidades e usá-las a nosso favor.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Ilustração/lição de vida O sapinho
Era uma vez um grupo de sapinhos...
… que organizaram uma competição.
O objetivo era alcançar o topo de uma torre muito alta.
Uma multidão se juntou em volta da torre para ver a corrida e animar os competidores...
A corrida começou...
Sinceramente:
Ninguém naquela multidão toda realmente acreditava que sapinhos tão pequenos pudessem chegar ao topo da torre.
Eles diziam coisas como:
'Oh, é difícil DEMAIS!!
Eles NUNCA vão chegar ao topo.'
ou:
'Eles não tem nenhuma chance de sucederem. A torre é muito alta!'
Os sapinhos começaram a cair. Um por um...
... Só alguns poucos continuaram a subir mais e mais alto...
A multidão continuava a gritar
'É muito difícil!!! Ninguém vai conseguir!'
Outros sapinhos se cansaram e desistiram...
...Mas UM continuou a subir, e a subir...
Este não desistia!
No final, todos os sapinhos tinham desistido de subir a torre. Com exceção do sapinho que, depois de um grande esforço, foi o único a atingir o topo!
Naturalmente, todos os outros sapinhos queriam saber como ele conseguiu?
Um dos sapinhos perguntou ao campeão como ele conseguiu forças para atingir o objetivo?
E o resultado foi…
Que o sapinho campeão era SURDO!!!!
A moral da estória é:
Nunca dê ouvidos a pessoas com tendências negativas ou pessimistas...
…porque eles tiram de você seus sonhos e desejos mais maravilhosos. Aqueles que o Senhor colocou no seu coração!
Sempre se lembre do poder das palavras.
Porque tudo o que você falar, ouvir e ler irá afetar suas ações!
Portanto:
Seja SEMPRE…
POSITIVO!
E acima de tudo:
Seja SURDO quando as pessoas dizem que VOCÊ não pode realizar SEUS sonhos!
Sempre pense:
Eu posso todas as coisas naquEle que me fortalece!!!
Tem pão velho?
Conta uma velha lenda que certo mendigo encontrou-se com um príncipe, que vinha cavalgando com sua comitiva pela estrada.
Humildemente, o mendigo solicitou-lhe uma esmola, mas o príncipe ralhou com ele:
- Eu sou o príncipe. Futuro rei deste reino. Você é quem deveria dar-me alguma coisa. Você é quem deveria presentear-me. O que você tem nesta sacola?
- Teu servo não tem nada, meu senhor. Tenho aqui comigo apenas 5 pães velhos que ganhei de uma boa senhora, na última vila por onde passei.
E, para surpresa do mendigo, o principe ordenou:
- Então, reparta comigo os seus pães velhos.
- Eu sou o príncipe. Futuro rei deste reino. Você é quem deveria dar-me alguma coisa. Você é quem deveria presentear-me. O que você tem nesta sacola?
- Teu servo não tem nada, meu senhor. Tenho aqui comigo apenas 5 pães velhos que ganhei de uma boa senhora, na última vila por onde passei.
E, para surpresa do mendigo, o principe ordenou:
- Então, reparta comigo os seus pães velhos.
Temendo as conseqüências de uma possível desobediência, muito à contragosto o mendigo deu-lhe 2 pães.
O príncipe, então, meteu a mão no bolso, tirou 2 moedas de ouro e jogou-as aos pés do pedinte, que ficou se lamentando por não ter-lhe dado tudo.
O que semeia pouco, pouco também colherá; e o que semeia em abundância, em abundância colherá.
I Coríntios 9.6
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Largar o Peso Todo
Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós. I Ped. 5:7.
- E daí, o senhor não ficou com medo, Tio Dudley?
- Não, não cheguei a ter medo. Sabe, eu não larguei todo o meu peso no banco do avião!
Nós sorrimos, mas não é assim que acontece conosco muitas vezes? Não confiamos completamente em Deus e podemos ser comparados ao homem que se arrastava ao longo de uma estradinha carregando um pesado fardo às costas.
Um fazendeiro passou por ele de carroça e ofereceu-lhe carona. O andarilho aceitou. Depois de algum tempo, o fazendeiro observou que o homem havia erguido o seu fardo. Quando o fazendeiro insistiu para que ele o colocasse no assoalho da carroça, o homem teria respondido: "Não creio que o pobre cavalo agüente sozinho."
fonte
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Nome bom
Com a morte do pai milionário, dois irmãos herdaram uma fortuna imensa e decidiram que fariam alguma coisa que pudessem perpetuar o nome da família.
O irmão mais velho comprou um terreno, transformou-o num luxuoso cemitério particular e trasladou para lá os restos mortais de todos os seus parentes. Mandou entalhar uma homenagem ao seu pai num enorme bloco de granito, plantou grama e muitas flores, e deu sua tarefa por concluída.
No começo, algumas pessoas vieram visitar sua obra, mas, logo, logo, ela caiu no esquecimento.
O irmão mais jovem também comprou um terreno, não muito longe dali, mas, ao invés de fazer uma homenagem aos mortos, construiu um recanto familiar. Fez uma pequena represa, plantou árvores frutíferas e muitas flores, instalou churrasqueiras cobertas, reservou áreas para a prática de esportes, colocou uns brinquedos para as crianças e abriu o local para o público, gratuitamente.
Não escreveu o nome da sua família em lugar algum, mas, até hoje, o seu nome e o nome do seu pai são lembrados com carinho e respeito por aquela comunidade.
Vale mais ter um bom nome do que muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro.
Provérbios 22.1
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